
Indústria portuguesa está na vanguarda da nova mobilidade

Ana Lehmann, reiterou várias vezes no encerramento dos debates de sexta-feira do Lisbon Mobi Summit que Portugal está na linha da frente quando se fala em mobilidade e nas soluções para os desafios que são apresentados para a melhorar, rumo a um futuro mais sustentável das cidades.
A Secretária de Estado da Indústria deu vários exemplos de como em várias áreas as empresas portuguesas são exemplo de inovação. Citou o caso da Efacec e da EDP, por exemplo, mas a recordou também como várias empresas estrangeiras reconhecem a oportunidade que há em investir no país, exemplificando com o caso da Volkswagen, que apostou num centro de desenvolvimento de software e com a Mitsubishi , que está a criar a primeira e-truck na fábrica do Tramagal.
No CEiiA, centro de investigação de desenvolvimento de startups e projetos, surgiu a rede de carregamentos de veículos elétricos e a possibilidade de se saber a quantidade de CO2 que foi poupado. Há ainda "o inovador sistema de partilha de scooters elétricas" e "o carro-drone que permite uma mobilidade horizontal e vertical.
"Bicicleta, scooters, carros, drones, aeronaves, temos de tudo. Temos de reconhecer o valor do que fazemos. Portugal tem de aproveitar a vaga de oportunidades", salientou.
Ana Lehmann abordou ainda a importância de apostar na inteligência artificial, admitindo que a União Europeia está atrasada neste processo, ao contrário dos EUA ou China.
Para fechar, recordou a inicitaiva do governo "Indústria 4.0", que tem o objetivo de aumentar a digitalização na indústria e promover a adoção de tecnologias inovadoras. Num projeto de quatro anos, em ano e meio, "59 das 64 medidas já foram executadas" e até ao final do ano será possível concluir as restantes.