A operadora de energia instalou 210 pontos, desde 2011, permitindo aos automobilistas espanhóis poupar 200 toneladas de CO2.
Se todos os percursos têm um ponto de partida e outro de chegada, em Espanha, a mobilidade elétrica da EDP teve início em 2011. Foi nesse ano que surgiu a instalação do primeiro ponto de carregamento em espaços públicos para veículos elétricos. Nove anos e 210 pontos de carregamento depois, o resultado são 250.000 kWh carregados nos postos da operadora de eletricidade e 1,5 milhões de quilómetros percorridos.
Se essa energia usada pelos automobilistas espanhóis fosse reconvertida numa viagem única e sem pausas, seria suficiente para deixar a vila portuguesa de Sagres, no município de Vila do Bispo, e só parar na cidade de Khasa, na Rússia, já perto das fronteiras da China e da Coreia do Norte. Essa é a distância mais longa do planeta (cerca de 14.000 quilómetros) e que seria possível completar de carro 120 vezes, poupando cerca de 200 toneladas de CO2.
Dos 210 pontos que a EDP já montou desde 2011 em Espanha, estão também incluídos 26 rápidos nas Comunidades Autónomas das Astúrias, Cantábria, Madrid, Múrcia, País Basco, Castela e Leão, Comunidade Valenciana e na Andaluzia. Nas Astúrias, onde está localizada a sede da EDP no país, já foram instalados mais de 100 pontos.
E a viagem é para prosseguir, assegura a operadora de energia. Só este ano, e apesar da pandemia provocada pela Covid-19, foram montados 66 pontos, mais nove do que em 2019, prevendo a empresa prosseguir com novas instalações até ao final do ano.
A estratégia, de acordo com fonte da empresa, passa por privilegiar tanto as zonas urbanas como as rurais, estando os carregadores distribuídos pelas grandes cidades, mas também pelas povoações do interior, dando assim "mais opções aos utilizadores de veículos elétricos para se deslocarem através de mobilidade mais limpa", destaca a mesma fonte.
À semelhança do que acontece em Portugal e também no Brasil, a EDP Espanha dispõe de soluções de carregamento para casa e para as empresas, apostando principalmente na transição das frotas para modelos
plug in ou 100% elétricos, que assegurem uma mobilidade mais limpa e sustentável.