
“50% dos consumidores dispensa crédito para aquisição do veículo”, diz estudo Standvirtual/Marktest

O banco continua a ser a primeira opção para quem procura um financiamento automóvel. O período máximo de pagamento de um crédito, para 2/3 dos inquiridos do estudo Marktest/Standvirtual, será sempre “inferior a 60 meses.
“A Evolução digital do financiamento, seguros e garantias” foi o tema da segunda parte do estudo Marktest/Standvirtual, que começa por apurar a forma como os consumidores estão a pensar adquiria a viatura.
Segundo Daniel Rocha, analytics director, do Standvirtual, “mais de 50% dos inquiridos recorre ao crédito automóvel”, nas suas mais diversas formas de financiamento – crédito bancário, leasing e renting. Mas de acordo com o estudo, perto de outros “50% dispensa qualquer tipo financiamentos e opta por pagar a pronto”.
De referir que tanto o leasing como o renting apresentam, no estudo deste ano uma percentagem menor, face ao do ano passado, como forma de aquisição de um veículo.
Dos consumidores inquiridos no estudo e que adquiriram automóvel há cerca de quatro anos, “40% recorreu ao crédito e 50% dispensaram-no”, revela Daniel Rocha.
Segundo ainda o estudo Marktest/Standvirtual, se tivessem de adquirir um produto financeiro para aquisição de um veículo, a “grande maioria” dos inquiridos optaria pelo banco”, colocando como “segunda opção os stands”. O período máximo de pagamento de um crédito, para 2/3 dos inquiridos, será sempre “inferior a 60 meses”.
Caso optassem pelo renting, qual a maior vantagem que veriam? Confrontados com esta questão, a maioria dos inquiridos elege a “manutenção incluída” e mostrar-se-ia disponível para pagar uma renda mensal “até 300 euros” .
Quanto aos seguros, a realidade difere quando se tratam de veículos novos ou usados: “70% opta por um seguro de danos próprios – e não de responsabilidade civil - quando compra um veículo novo”, mas essa percentagem cai para os 30% quando é usado”, avança Daniel Rocha.
A maioria dos inquiridos prefere contratar o seguro “diretamente na seguradora ou através de um mediador local” e não no ponto de venda. “O preço é a razão da decisão do seguro para 80% dos inquiridos”.
No caso das garantias, segundo o estudo, “90% dos inquiridos que adquiriram um usado querem garantia” e “50% consideraria a extensão da mesma”, adianta ainda Daniel Rocha com base no estudo Marktest/Standvirtual.